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sábado, 23 de março de 2013

Felicidade

Gente, não consigo deixar para postar amanhã, pois estou tão feliz!!!!
A cada dia que passa vou afinando, mesmo que os números da balança continuem os mesmos.
Minhas calças 38 já servem, meus calçados estão grandes e largos....
É muita emoção, a cada dia as roupas vão caindo melhor, deixando de ser apertadas.
Já saí do sobrepeso, estou com IMC 24,79. Quero ainda baixar para 23,0, lembram do reganho de 10% ?  Preciso de uma margem de garantia.
Beijos e até breve e ótimo final de semana.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Reganho de peso

Olá meninas, vi esta reportagem e gostaria de dividir com vocês:

Pacientes de cirurgia bariátrica voltam a ganhar peso, revela estudo

Do UOL, em São Paulo
A cirurgia de redução de estômago é o método mais usado no Brasil para tratamento de obesos com IMC (Índice de Massa Corporal) acima de 40. Um grupo de pesquisadores do Departamento de Nutrição da UnB (Universidade de Brasília) acompanhou 80 pacientes que operaram há mais de dois anos e, segundo a nutricionista Fernada Bassan, 73% voltaram a engordar, sendo que 23% tiveram ganho de peso significativo, ou seja, 10% acima do menor peso que atingiram após a cirurgia. "O paciente precisa ter consciência de que só a cirurgia, sem mudança de hábitos alimentares, não vai funcionar", diz.
O estudo detectou duas variáveis que contribuem para o ganho de peso após a cirurgia: a má qualidade da alimentação e o tempo passado desde a operação. A cada ano que passa, o ponteiro da balança sobe um pouco mais. "O tempo após o procedimento é diretamente proporcional ao ganho de peso", afirma Bassan. "Isso mostra que mesmo tendo cuidado, a pessoa vai ganhar". Essa operação, chamada de redução bariátrica, usa grampos para isolar boa parte do estômago e cerca de 100 centímetros do intestino delgado. Assim o corpo comporta – e absorve – menos alimento.
O processo é irreversível, mas o ganho de peso pode ser favorecido pela ingestão de produtos que não saciam, mas são calóricos, como bebidas alcóolicas e açúcares. Engordando, o paciente também pode sofrer uma dilatação na ligação entre o estômago e o intestino que lhe permite acomodar mais comida.
A professora Kênia Baiocchi afirma que uma dieta saudável pode reduzir os efeitos do tempo pós-cirurgia, ainda que não totalmente. "O estudo reforça que a cirurgia é só um facilitador. Há risco de reganho de peso principalmente entre aqueles que não aproveitam o tempo para adotar um estilo de vida mais saudável. Mas a qualidade da dieta não garante emagrecimento. É apenas um amenizador", explica.
Perder peso não é o único parâmetro
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), o principal objetivo da cirurgia é melhorar a qualidade de vida do paciente através da compensação de problemas de saúde que o acompanham, chamados de comorbidades, tais como hipertensão arterial, diabetes, colesterol e triglicérides alterados, apneia do sono e doenças cardiovasculares. Portanto, a perda de perdo não é o único parâmetro para avaliar o resulto do tratamento cirúrgico do paciente.
Em comunicado, a SBCBM esclareceu também que o aumento de peso no longo prazo dentro de limites é aceitável. Portanto, o reganho de até 10% do peso perdido pode ser considerado normal e faria parte de uma adaptação do organismo ao novo metabolismo resultante da cirurgia.
Por fim, a SBCBM recomenda que a cirurgia deva ser realizada dentro de um contexto de programa de tratamento pré e pós-operatório com um atendimento multidisciplinar, com a participação de especialistas como endocrinologista, cardiologista, ortopedista, pneumologista, psicólogo e psiquiatra, além do cirurgião.
(Com UnB)

sexta-feira, 15 de março de 2013

5 MESES

Hoje completo 5 meses de gastro e faltam apenas 5 kg para atingir minha meta.
Estou muito feliz e contente, apesar de algumas pessoas dizerem que na minha idade não precisava ficar  tão magra. Eu nunca fui feliz gorda, sempre repudiei a gordura em mim. E minha saúde ficava prejudicada.
Hoje tenho minhas taxas regularizadas e minha felicidade de volta, sem contar que  roupas magras custam mais barato!!!!
Beijos a todas!!!!!!!!!!

terça-feira, 12 de março de 2013

De volta

Oi amigas, estou de volta. Meu cruzeiro foi o melhor até agora, diverti-me demais e fiquei impressionada  com o navio, não imaginava quanta  beleza iria encontrar. Gostei de tudo. Fui com meu marido e mais 16 casais amigos. Foi maravilhoso.
Lua de mel mesmo com direito a jantar de gala e  muita música, festa, dança, cassino e olhos nos olhos. Foram as melhores férias que tivemos até agora.

Olha que consegui comer como uma lady.........

sábado, 2 de março de 2013

Sonho

Estou de malas prontas rumo ao sonho de toda a vida. Estou indo num cruzeiro pela costa brasileira. Feliz demais e a mala recheada de roupas magras.
Ficarei alguns dias longe , mas estarei sempre pensando em vcs.
Beijos a todas.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Mamãe

Quero agradecer a vocês meninas pela preocupação com minha mãe. Graças a Deus ela está melhor, já ganhou alta. Coisas da idade como pressão alta, obstipação intestinal agravado por sedentarismo e má alimentação. Ela detesta verdura. A base da alimentação dela é queijo, arroz, e banana. Falta frutas e verduras. Até mais.......

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

CÁLCIO E VITAMINAS

Fonte: Folha de S. Paulo
Data da publicação:
07/07/09

Reduzir estômago aumenta risco de fratura e de cálculo

FERNANDA BASSETTE
CLÁUDIA COLLUCCI
da Folha de S. Paulo

Pessoas que fazem cirurgia de redução de estômago possuem quase duas vezes mais risco de ter pedra nos rins e de sofrer fraturas relacionadas à deficiência de cálcio e de vitamina D no organismo, revelam novos estudos nas áreas de endocrinologia e de urologia.

Um dos trabalhos, com 9.278 pessoas, foi publicado no "Journal of Urology". Durante cinco anos, pesquisadores da Johns Hopkins University avaliaram 4.639 pacientes que fizeram a cirurgia e compararam com número idêntico de obesos que não se submeteram à redução de estômago.

Eles observaram que 7,65% daqueles que fizeram a cirurgia foram diagnosticados com pedra nos rins, enquanto apenas 4,63% das pessoas do grupo controle tiveram o problema.

Segundo o urologista José Carlos de Almeida, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, o aparecimento de cálculos renais foi discutido no último congresso americano de urologia, pois a cirurgia bariátrica passou a apresentar problemas que antes não eram conhecidos pelos especialistas.

"Esse estudo trouxe à tona uma informação que não existia de forma clara. Percebíamos que havia um aumento no número de casos, mas não tínhamos como afirmar que existia essa relação", diz.

De acordo com Almeida, a formação das pedras acontece porque a cirurgia de redução do estômago altera o metabolismo e aumenta o nível de oxalato no organismo. O oxalato é um elemento importante na formação dos cálculos renais -cerca de 90% das pedras são formadas por ele.

Além disso, Almeida diz que as cirurgias bariátricas também diminuem a absorção de magnésio e de citrato -duas substâncias que ajudam no processo de diluição do oxalato. "Todas as pessoas têm cristais de cálcio na urina. Se elas não tiverem magnésio e citrato em quantidade suficiente, elas poderão formar cálculos", avalia.

Thomaz Szegö, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, diz que a possibilidade de formação de cálculos é um dos principais incentivos para que os pacientes se mantenham hidratados. "Durante a perda intensa de peso, o metabolismo se altera. Se o paciente consegue manter o fluxo renal adequado [bebendo bastante água], é possível prevenir o aparecimento das pedras."

Fraturas

Os pacientes que se submetem a cirurgias bariátricas também têm quase duas vezes mais risco de sofrer fraturas, especialmente de pés e de mãos. Os resultados, ainda preliminares, vêm de um novo estudo apresentado no congresso da Sociedade Americana de Endocrinologia, no mês passado.

Os pesquisadores selecionaram 142 pessoas que fizeram cirurgia bariátrica de 1985 a 2004 nos EUA. Foram avaliados o tipo de cirurgia, estilo de vida e condições nutricionais. Depois, foram analisados as datas e locais da fratura e os mecanismos que a provocaram.

"Nós já sabíamos que há uma dramática e extensa perda óssea após a cirurgia bariátrica, mas não sabíamos o que isso significava em termos de fratura", afirmou Jackie Clowes, uma das autoras do estudo.

As pessoas foram acompanhadas durante seis anos. Nesse período, 36 sofreram 53 fraturas, a maioria delas nos braços e nos pés. Também foram relatadas fraturas no quadril, na espinha dorsal e no úmero. "O aumento da incidência de fraturas não é um fenômeno que ocorre logo após a cirurgia, mas sim anos depois."

O estudo não aponta, porém, quais os mecanismos envolvidos na maior incidência de fraturas. De acordo com Marise Lazaretti Castro, presidente da regional paulista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a hipótese que poderia explicar as fraturas a longo prazo é o fato de haver, após a cirurgia bariátrica, deficiências graves de vitamina D e cálcio. "As pessoas começam a ter diarreias, têm menos absorção dos nutrientes", afirma a médica.

Castro diz que existem opções para contornar o problema. "O paciente tem que fazer a reposição desses nutrientes [que são menos absorvidos]. E não pode jamais abandonar o tratamento", alerta a médica.